Prof. Fernando Giovanella

Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial – UFPel/RS
Mestre em Implantodontia – USC/Baurú-SP

5 motivos para você repensar o uso do vasoconstritor Felipressina em pacientes hipertensos

5 motivos para você repensar o uso do vasoconstritor Felipressina em pacientes hipertensos

8 minutos Neste vídeo, vamos entender o que dizem as evidências científicas em relação o vasoconstritor felipressina, também chamado de Octapressin. No Brasil, esta solução anestésica apresenta-se em 3 apresentações comerciais: Citanest, Prilonest e Citocaína. Por mais que se tenha relatado que essa solução anestésica é a opção mais segura para pacientes hipertensos e/ou cardiopatas, neste vídeo vamos ver por que isso não é uma verdade absoluta. Abaixo, segue a transcrição do vídeo com as devidas referências. Use sempre anestésico que contenha felipressina como vasoconstritor Continue lendo

A repercussão do post sobre Bola de Bichat – Onde estão as evidências?

A repercussão do post sobre Bola de Bichat – Onde estão as evidências?

11 minutos Parecia que as minhas palavras estavam engasgadas na garganta de muitos dentistas e, através do compartilhamento do post, puderam extravasar sua inquietude e opinião. A mesma rede social que outrora foi tomada pelas sefies e fotos da Angelina Jolie, agora foi palco de uma enxurrada de expressões de idéias e opiniões. Eis a beleza da era digital! É emocionante vermos que, por um instante, muitos de nós paramos de compartilhar coisas e passamos a debater idéias. Inúmeros com maestria, com argumentos lúcidos, Continue lendo

Bola de Bichat é ouro! a pseudo-odontologia dos “bichectomistas”

Bola de Bichat é ouro! a pseudo-odontologia dos “bichectomistas”

1 minuto O intuito inicial era indicar a cirurgia de remoção da Bola de Bichat, bichectomia, para fins funcionais em pacientes que apresentam o herniamento desta estrutura muito próximo do plano oclusal. Nestas situações o paciente pode traumatizar os tecidos durante o ato mastigatório e a realização da bichectomia estaria indicada para melhorar deste quadro. Tal procedimento, em alguns pacientes, pode trazer concomitantemente, um ganho na harmonia da estética facial. Por conta disto, alguns dentistas viram nisso um nicho lucrativo e ser explorado. Começaram-se Continue lendo

Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior – O passo-a-passo

Bloqueio do Nervo Alveolar Inferior – O passo-a-passo

2 minutos A anestesia na maxila apresenta altos níveis de sucesso. O osso maxilar, menos denso, poroso, é um leito convidativo e favorável ao permeio de soluções anestésicas. Uma anestesia infiltrativa bem sucedida de um primeiro pré-molar superior é uma façanha facilmente atingida por qualquer cirurgião dentista em formação e com o mínimo de treinamento. A solução anestésica facilmente atravessa a comumente encontrada fina e porosa camada cortical e prontamente adentra os espaços medulares capilarmente se disseminando até o embebimento das terminações nervosas apicalmente Continue lendo

Como fazer uma frenectomia “de verdade”

Como fazer uma frenectomia “de verdade”

6 minutos A necessidade de remoção do freio labial (frenectomia) é algo relativamente comum no consultório e você certamente já se deparou ou irá se deparar com tal situação. Diante disso, 3 perguntas devem ser prontamente respondidas: quando, como e quem? Quando é indicado a frenectomia? como posso realizar este procedimento? quem irá fazer? faço eu ou encaminho a um colega? QUANDO. A frenectomia é comumente indicada nos seguintes casos: 1. Inserção tecidual inter-incisivos levando a formação de diastemas 2. Hipermobilidade nos tecidos periodontais, Continue lendo

O mito da Articaína: o anestésico “perfeito”

O mito da Articaína: o anestésico “perfeito”

5 minutos Difusão nos tecidos Por possuir grande solubilidade lipídica (1), relata-se que a articaína possui maior difusão nos tecidos, o que pode representar uma área maior dissipação do anestésico, tanto nos tecidos moles tanto como no tecido ósseo. Esta propriedade tem levado alguns autores a sugerirem o uso em crianças, onde por conta das características do osso menos denso, mesmo em mandíbula, pode-se evitar a necessidade de bloqueio no nervo alveolar inferior (2). Testou-se (3) a anestesia local pra exodontia de pré-molares superiores Continue lendo

Tubete de vidro x tubete de plástico

Tubete de vidro x tubete de plástico

1 minuto O tubete de plástico apresenta inúmeras desvantagens em relação ao tubete de vidro. Ao injetar a solução anestésica com um tubete de plástico o êmbolo não desliza suavemente o que faz com que a hora a solução pára de ser depositada hora é depositada em uma intensidade muito brusca. Isso reflete em dor ao administrar o tubete. Já com o tubete de vidro o êmbolo desliza suavemente e é possível depositar a solução em velocidade constante, o que é muito mais confortável Continue lendo

O que fazer em caso de Comunicação buco-sinusal

O que fazer em caso de Comunicação buco-sinusal

1 minuto Mais cedo ou mais tarde, todos que realizam exodontias irão se deparar com uma complicação chamada comunicação buco-sinusal. Isso é mais provável de ocorrer quando as raízes dos molares superiores são divergentes e o seio maxilar invagina entre as raízes. Durante a exodontia não é raro que um fragmento do assoalho do seio maxilar seja removido em conjunto com o dente. Essa complicação pode ocorrer e ser diagnosticada imediatamente após a exodontia ou, em outros casos, pode ser identificada tardiamente. O paciente relata Continue lendo